- Fé, ou convicção, convicção intensa e sincera, de que através do trabalho, da prática, atingirei o meu objectivo, quer leve pouco tempo ou muito. O tempo não importa.
- Regularidade, prática sem interrupções de modo a usufruir dos benefícios de cada disciplina.
“Praticar um dia por semana é como dar um passo em frente, não praticar nos restantes seis dias é como dar seis passos para trás” – Yoga Publications, Bhiar School in Dharana Darshan
- Continuidade, prática, com a regularidade mencionada acima, durante um longo período de tempo, sem impaciência, sem expectativas, sem distracções.
Retenho que o meu corpo e a minha mente estão interligados. Para relaxar uma parte do meu corpo, tenho de focar a mente nessa zona, e no entanto, só consigo focar a minha mente se ela estiver relaxada, então proponho-me
- Acalmar a minha respiração, e como consequência acalmo a mente.
(Quem detém a respiração, detém o pensamento)
Retenho que todos os movimentos mentais e/ou físicos, reféns dos órgãos dos sentidos (Jñanendryas), excitam a mente, reforçando a sua natureza instável e que a verdadeira acção, pelo contrário, absorve a mente, então proponho-me
- Diminuir/purificar/harmonizar esses movimentos (palavras, pensamentos, acções), reféns do sentidos, e potenciar a verdadeira acção interior
- Agir sem que a acção me domine
- Encontrar no coração da acção, o desapego
- Descobrir a inteligência para além da mente que é instável
- Alinhar todo o meu ser com os movimentos subtis, mais profundos que me habitam
- Entrar no verdadeiro campo de batalha, onde não são precisos nem guerreiros, nem armas, porque entendo que o Amor é a origem de tudo. Brindo a resistência com esforço, a luta com paciência e a tensão com perserverança.
E finalmente, entendo que:
Yoga não é um fim, é um caminho
Yoga não é uma religião, é uma filosofia prática e experimental de vida
Yoga não é uma ginástica, é uma forma de expressão
Yoga não é uma questão de forma, mas sim de alinhamento
YOGA CHITTA VRTTI NIRODHAH – Patañjali (médico, e sábio hindu – Séc. III a.c., que codificou o Yoga - (Yoga é o controlo da frequência das ondas mentais) in Yoga Sutra
YOGA (da raiz de sânscrito, Yuj – jugo), significa juntar;
Eu diria que, com calma, autodomínio, reconhecimento interior, coragem moral, paciência perserverante, estabilidade mental, convicção, firmeza e constância, Yoga é contemplar, compreender, aceitar, resolver, assimilar, transcender e integrar Manas (Mente), Ahamkára (Ego) e Buddhi (Intelecto, propósito, consciência mais pura), reflectindo em todo o nosso ser, Purusha (Espírito).
E finalmente retenho que o meu Corpo, esse Macro-Cosmo em miniatura, é o meu livro de estudo, e eu vou virando cada página, até encontrar o verdadeiro autor. Ele é a manifestação da minha mente, o meu texto mais concreto, a mensagem mais clara e primordial, é um lar de profundas memórias, que quero purificar até ao nível de Átman, a Alma…
Tudo isto não é uma disciplina passiva, não é uma fuga da realidade, mas sim uma intensa busca da Verdade… Compreender que a minha Alma individual é apenas uma partícula de todo o espírito Universal…
- Regularidade, prática sem interrupções de modo a usufruir dos benefícios de cada disciplina.
“Praticar um dia por semana é como dar um passo em frente, não praticar nos restantes seis dias é como dar seis passos para trás” – Yoga Publications, Bhiar School in Dharana Darshan
- Continuidade, prática, com a regularidade mencionada acima, durante um longo período de tempo, sem impaciência, sem expectativas, sem distracções.
Retenho que o meu corpo e a minha mente estão interligados. Para relaxar uma parte do meu corpo, tenho de focar a mente nessa zona, e no entanto, só consigo focar a minha mente se ela estiver relaxada, então proponho-me
- Acalmar a minha respiração, e como consequência acalmo a mente.
(Quem detém a respiração, detém o pensamento)
Retenho que todos os movimentos mentais e/ou físicos, reféns dos órgãos dos sentidos (Jñanendryas), excitam a mente, reforçando a sua natureza instável e que a verdadeira acção, pelo contrário, absorve a mente, então proponho-me
- Diminuir/purificar/harmonizar esses movimentos (palavras, pensamentos, acções), reféns do sentidos, e potenciar a verdadeira acção interior
- Agir sem que a acção me domine
- Encontrar no coração da acção, o desapego
- Descobrir a inteligência para além da mente que é instável
- Alinhar todo o meu ser com os movimentos subtis, mais profundos que me habitam
- Entrar no verdadeiro campo de batalha, onde não são precisos nem guerreiros, nem armas, porque entendo que o Amor é a origem de tudo. Brindo a resistência com esforço, a luta com paciência e a tensão com perserverança.
E finalmente, entendo que:
Yoga não é um fim, é um caminho
Yoga não é uma religião, é uma filosofia prática e experimental de vida
Yoga não é uma ginástica, é uma forma de expressão
Yoga não é uma questão de forma, mas sim de alinhamento
YOGA CHITTA VRTTI NIRODHAH – Patañjali (médico, e sábio hindu – Séc. III a.c., que codificou o Yoga - (Yoga é o controlo da frequência das ondas mentais) in Yoga Sutra
YOGA (da raiz de sânscrito, Yuj – jugo), significa juntar;
Eu diria que, com calma, autodomínio, reconhecimento interior, coragem moral, paciência perserverante, estabilidade mental, convicção, firmeza e constância, Yoga é contemplar, compreender, aceitar, resolver, assimilar, transcender e integrar Manas (Mente), Ahamkára (Ego) e Buddhi (Intelecto, propósito, consciência mais pura), reflectindo em todo o nosso ser, Purusha (Espírito).
E finalmente retenho que o meu Corpo, esse Macro-Cosmo em miniatura, é o meu livro de estudo, e eu vou virando cada página, até encontrar o verdadeiro autor. Ele é a manifestação da minha mente, o meu texto mais concreto, a mensagem mais clara e primordial, é um lar de profundas memórias, que quero purificar até ao nível de Átman, a Alma…
Tudo isto não é uma disciplina passiva, não é uma fuga da realidade, mas sim uma intensa busca da Verdade… Compreender que a minha Alma individual é apenas uma partícula de todo o espírito Universal…
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